sexta-feira, 30 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
Eu quero nós. Mais nós. Grudados. Enrolados. Amarrados. Jogados no tapete da sala. Nós que não atam nem desatam. Eu quero pouco e quero mais. Quero você. Quero eu. Quero domingos de manhã. Quero cama desarrumada, lençol, café e travesseiro. Quero seu beijo. Quero seu cheiro. Quero aquele olhar que não cansa.
CFA
domingo, 11 de março de 2012
quarta-feira, 7 de março de 2012
- Obrigada por você existir. Mas tenho medo de que nosso amor se evapore como o orvalho ao calor do sol.
- Em alguns momentos, eu a decepcionarei, em outros você me frustrará, mas, se tivermos coragem para reconhecer nossos erros, habilidade para sonharmos juntos e capacidade para chorarmos e recomeçarmos tudo de novo tantas vezes quantas forem necessárias, então nosso amor será imortal.
- Eu o amo como nunca amei alguém! - ela disse, tentando aproximar-se para beijá-lo. Marco Polo subitamente deu um passo para trás e elevou seu tom de voz:
- Espere um pouco, mocinha! Você entrou subitamente na minha vida, foi ocupando espaços e, sem me pedir licença, invadiu meu coração. Portanto... - fez uma pausa prolongada.
- Fale! Estou curiosa.
- Aceita casa-se comigo princesa? - disse sorridente, abaixando a cabeça num gesto de reverência.
Beijaram-se. Dois mundos, duas histórias se cruzaram. Amoroso, ele cobriu seus olhos, sua testa e seu queixo de pequenos beijos.
O Futuro da Humanidade - Pág. 212
terça-feira, 6 de março de 2012
segunda-feira, 5 de março de 2012
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Se quer sorrir, sou palhaço.
Se quer refugio, sou abraço.
Se quer gritar, sou ouvido.
Se quer chorar, sou ombro amigo.
Se quer motivo, sou razão.
E se quiser amor, sou todo coração.
Se quer refugio, sou abraço.
Se quer gritar, sou ouvido.
Se quer chorar, sou ombro amigo.
Se quer motivo, sou razão.
E se quiser amor, sou todo coração.
— Yani (via par-de-anjos)
— Qual o seu problema? — Perguntei a mim mesma.
Qual o meu problema não, me desculpe. Quais os meus problemas, eu quis dizer. Complicados, enormes, tantos. Fica difícil enxergá-los separadamente por serem inúmeros. Familiares, amorosos, pessoais. Nunca nada estava bem, entende? É como se nada pudesse ficar em seu devido lugar, pelo menos por um dia que fosse.Problemas, eles sempre existiam. Mas por que? Eu simplesmente não conseguia entender. E a resposta para tudo isso, aonde estava? Eu não sabia a quem buscar, a quem recorrer […] Mas e se todos esses problemas fossem apenas coisa da minha cabeça? Claro, nada nunca está perfeito, mas será que tantos problemas assim seriam apenas problemas que eu queria enxergar ao invés de simplesmente não dar importância? Me parecia, às vezes, que eu não gostaria que estivesse tudo bem, que precisasse de algo fora do lugar. Me perguntei de novo:
— Qual o seu problema?
E dessa vez respondi:
— Eu mesma.
— Stephany Stranb; (imperfect)
“Eu não quero muito. Não quero flores todos os dias, nem jantares românticos todos os finais de semana, nem presentes todos os finais de meses. Eu só quero o seu amor e, se possível, para sempre.”
— Stephany Stranb; (imperfect)
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