"Livro deveria ser como o chão que se pisa, o ar que se respira, a namorada que se está esperando. Livro também pode ter gosto de saudade, mas deve ser companheiro no presente, amigo no futuro. O livro não é só para ser lido, mas para ser palpado, olhado, cheirado, saboreado, ouvido, deglutido, metabolizado. Livro não pode ser proibido. Livro não pode ficar escondido em bibliotecas, envelhecendo, sem viver. Livro é um eterno movimento, que passa de mão em mão, ondulando os mares da sabedoria. Livro deveria ser como brinquedo, completando o “homo ludens”. Livro é perfume do espírito. Livro é viagem. Livro é pergunta, é resposta. Livro é o começo e o sinônimo da liberdade."
- Ronaldo Simões Coelho
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