"Sinto uma vontade imensa de ser vento, mas vento fraco não serve, brisa leve não leva gente, não leva casa, não leva amor. Eu quero ser é ventania, tornado, furacão. Arrasar com tudo, com a mente e o coração. Quero arrastar comigo tudo o que houver de bom, destruir o que há de ruim e pegar os sorrisos todos para mim. Quero andar livre por aí, incorrígivel. Quero ser aquela força natural que não se pode conter, quero dar às pessoas um tantinho de medo e uma imensidão de liberdade. Quero ser vento, ventania, temporal."
Ana Favorin, Tempestades dulcíssimas.
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